Na Musicoterapia priorizamos a musicalidade do paciente, e isso também inclui o histórico musical dos pais, da família, da escola em que está inserido. Quais as canções que o paciente ouve na escola; quais as canções ouvidas em casa; quais são os ambientes que o paciente convive onde há a presença da música. Todas essas questões são muito importantes a serem consideradas durante as sessões.
Na musicoterapia, inicialmente a comunicação acontece quando o terapeuta busca seguir o paciente. E por isso a importância da sensibilidade que o musicoterapeuta deve desenvolver, de perceber o andamento do paciente, qual a tonalidade dos sons que ele está emitindo, a intensidade desses sons, o ritmo, se há pausas, silêncio, quanto tempo dura o silêncio, quanto tempo dura suas atividades na música. Tudo isso fará com que o paciente perceba que o terapeuta está junto dele, o acompanhando, e com isso se configura o vínculo e cabe ao musicoterapeuta através de seu olhar clínico e do seu conhecimento teórico e prático interpretar o paciente e intervir/responder a sonoridade que ele executará.
PROFISSIONAIS:
Andréia Steinmetz Dias da Silva - Musicoterapeuta
AMT-RS 593/2026
Graduada em Psicopedagogia Licenciatura - ULBRA
Pós-Graduação em Musicoterapia - FAVENI
Pós-Graduanda em Musicoterapia - CBM - Centro Biomédico da Música
Pós-Graduação em Neurociência e Aprendizagem - PROMINAS
Formação Complementar: Musicoterapia (PME - Prática Musicoterapêutica Estruturada)